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A ILGALAC é a delegação da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais para a América Latina e o Caribe. SuaDelegação Regional, com sede em Buenos Aires, contribui para melhorar a comunicação e a interconexão com as mais de 250 organizaçõesmembros presentes em todos os países da região.Conheça empormenor quem somos e qual é o nosso trabalho na região.

Delegação Regional – Buenos Aires, Argentina

Com a abertura de suaDelegação Regional na Cidade de Buenos Aires, a região América Latina e Caribe se converte na segunda região da ILGA no mundo que conta com sede própria (a outra é a ILGA Europa).A nova sede regional contribuirá para um contato mais próximo com as organizações membros da ILGALAC.

A região América Latina e Caribe é extensa, com uma diversidade de culturas e regulações que incide diretamente nos direitos LGBTI, cuja situação difere notoriamente entre seus países, conforme demonstra o Relatório sobre a Homofobia de Estado, da ILGA. Pode dizer-se que os países da América Latina se destacam entre os que lideram mundialmente a promoção da igualdade LGBTI, graças às leis, políticas públicas ou decisões judiciais que tiveram lugar na Argentina, na Bolívia, no Brasil, no Chile, no Equador, na Cidadedo México, na Colômbia, na Costa Rica ou no Uruguai. Contudo, restaainda um árduo trabalho pela frente, centrado na erradicação dos preconceitos, dos chamados «valores tradicionais», dos fundamentalismos religiosos e políticos – cujas consequências mais terríveis são os crimes de ódio – eda criminalização da homossexualidade, e com especial ênfase na luta contra a homo/lesbo/transfobia de Estado, que ainda hoje se encontra enquistada, fundamentalmente, nos países da América Central e do Caribe.

Colaboração da ILGA com a ONU e a OEA

A ILGA possui estatuto consultivo no ECOSOC, o Conselho Económico e Social das Nações Unidas, o que lhe permite participarativamente em todas as conferências e sessões da dita Organização, conferindo maior visibilidade às lutas de seus membros, ajudando-os a interrogar seus governos sobre direitos LGBTI, fazendo campanha para que organizações LGBTI possam falar em nomepróprio nos foros da ONU, participando na Análise Periódica Universal (APU), entre outras possibilidades e ações.

Precisamente, para melhorar seu trabalho de promoçãonas Nações Unidas, a Associação transferirá suas operações internacionais de Bruxelas para Genebra, durante a primavera de 2014. Do mesmo modo, na região América Latina e Caribe, a ILGALAC vem realizando um trabalho articulado com a Unidade para os Direitos das Pessoas LGBTI da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) na OEA, colaboração que também beneficiará a nova função de Relator dos Direitos das Pessoas LGBTI, do mesmo organismo, que entrará em funções no próximo ano em Washington.

 

Conferência Regional – Conselho Regional – Secretariado Regional

O Escritório Regional da ILGALAC trabalha para a promoção e realização das Conferências Regionais, que são a estrutura mais importante na tomada de decisões da ILGALAC com relação à legislação, à aprovação de de novos membros e à organização interna e externa, como planejamento estratégico e ações. Cada organização membro expressa sua opinião e suas preocupações, e, tem o direito de votar sobre assuntos relacionados com a conferência.
Ademais, dará apoio ao Conselho e Secretariado Regionais, que são as autoridades da organização, para os efeitos de implementar as políticas e ações que escolham desenvolver.

Boletim Semanal de notícias LGTBI da região

Este boletim semanal é realizado pelo escritório regional, através do oficial de comunicações. O mesmo consiste num resumo de notícias, ações e informação do que acontece na região, graças ao movimento e trabalho de nossas organizações. É enviado a grupos LGTBI membros e organizações aliadas de todo o mundo, em espanhol, português e inglês.

Linhas de Ação

O trabalho da ILGALAC na região se traduz por diversas atividades, programas e linhas de trabalho para apoio às organizaçõesmembros em toda a América Latina e o Caribe. Atualmente avança sobre três eixos de ação:

A delegação da ILGALAC procura aumentar o contato com as organizações a fim de melhorar a comunicação de e para a ILGALAC. Nesta linha, procuramos desenvolver uma estratégia regional que dê resposta às necessidades e desafios locais.

Redes de conhecimento

Na ILGALAC se pondera a necessidade de criar redes de trabalho entre as organizações LGTBI da América Latina e do Caribe a fim de partilhar informação relevante sobre temas específicos. Estas redes se constituem em grupos nos quais a ILGALAC funciona como facilitador no intercâmbio de documentos, notícias e ações que tenham interesse temático para a rede. Atualmente se sugere trabalhar sobre 8 redes temáticas:

• Pessoas LGBTI privadas de liberdade
• Inclusão de pessoas transexuais e intersexuais
• Jovens LGBTI
• Idosos LGBTI
• Crimes de ódio
• Saúde lésbica bissexual
• Saúdeno domínio VIH/sida e DST
• Direitos sexuais e reprodutivos.

Material audiovisual

A Delegação Regional vai preparar material audiovisual de apoio para fortalecer a estratégia comunicacional das diversas organizações com os meios locais de cada região ou país onde tenham influência. Procuramos fortalecer a divulgação das ações realizadas pelas organizações LGBTI, multiplicar sua mensagem entre a opinião pública e contribuir para a criação de agendas locais com os temas de interesse para cada organização.

Apoio de imprensa

Estabelecimento de um protocolo de comunicados de imprensa, no qual os diversos Secretários Regionais e o Conselho Regional possam se pronunciar sobre temas de atualidade e urgência na região com interesse para nossa comunidade, concentrando o trabalho nos vários meios de imprensa onde se produzem os fatos, a fim de aumentar o impacto das organizações locais em suas respetivas áreas de influência.

Novos canais de comunicação

A Delegação Regional da ILGALAC conta com diversos meios de comunicação para prestar apoio às pessoas e organizações que desejem comunicar com aequipe de trabalho. Monitoramos e avaliamos constantemente a viabilidade de abrir novos canais de comunicação para aproximar o trabalho da ILGALAC e estabelecer ligação com as organizações.Canais atuais:

Canais físicos:
• Delegação: Av. Córdoba 4123, Piso 1. Buenos Aires (AR)
• Tel: +54 11 48643716
• Fax: +54 11 48643716
• Email: lac@ilga.org

Redes sociais:

• Facebook: www.facebook.com/ilgalac
• Twitter: @ilgalac
• Usuário Skype:  ilgalac
Usuario YouTube: ilgalac

 

É imprescindível conseguir a máxima divulgação de atividades, anúncios ou notícias por parte das organizações LGBTI locais. Para isso, se considera fundamental aumentar a presença em meios de comunicação da região. Desta maneira, graças ao caráter internacional da ILGALAC, podemos dar maior impulso e visibilidade a todas as vozes de nosso ativismo.

Chamadas para a ação

Vamos estabelecer um protocolo de pronunciamentos quando ocorra um crime de ódio ou uma notícia relevante que mereça um pronunciamento público da ILGALAC em algum dos países da região.

Media List

A Delegação da ILGALAC está compondo e atualizando constantemente uma lista de meios de comunicação locais para o envio de comunicados de imprensa. A Media List permite visualizar a quantas pessoas se enviou material e informação e quem leu o comunicado, para poder fazer seguimento posterior, entre outras importantes funcionalidades.

Procuramos que os governos da região reconheçam na ILGALAC um referente para a comunidade LGBTI.

Fortalecimento institucional com os Organismos Internacionais

A ILGALAC acompanha os relatórios da Unidade para os Direitos LGBTI da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e intensificará seu papel na participação e promoção dos relatórios alternativos e da Análise Periódica Universal que o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas realiza.

Haverá um seguimento e projetos de incidênciaperante a OEA, a ONU, a RIOOD e outros organismos internacionais. Por outro lado, se procuraráa aproximação à UNASUR e ao MERCOSUL para conseguir resoluções que gerem políticas públicas inclusivas para a comunidade LGBTI na região.

Pedido de informação sobre crimes de ódio e políticas públicas

Mensalmente, pediremos a governos locais e nacionais da América Latina e do Caribe um relatório sobre crimes de ódio e políticas públicas para a comunidade LGBTI. Com isso, se geram notícias sobre ações concretas que os Estados realizam e se avaliarão os níveis de contato com as organizações locais no desenvolvimento de suas políticas. Por outro lado, procuramos promover o trabalho conjunto com o Estado quando as organizações assim o requeiram.

Folha de situação

Criada uma folha de situação com 10 perguntas pontuais sobre a situação dos direitos LGBTI e o trabalho com o Estado em cada país da região, afim de monitorar a situação de cada nação. Esta folha de situação é utilizada, além disso, como parte do Relatório sobre Homo/Lesbo/Transfobia na América Latina e no Caribe.

Relatóriosobre Homo/Lesbo/Transfobia na América Latina e no Caribe

O Relatório Anual sobre Homo/Lesbo/Transfobia na América Latina e no Caribe dá conta da situação dos diferentes países que constituem a região. Nele se incluem também as folhas de situação com informação de cada país,a seção relativa à região América Latina e Caribe no Relatório sobre Homofobia de Estado, da ILGA Mundo, o diretório de organizações membros da ILGALAC, os mapas regionais e o mapa-múndi.

Boas práticas, ações positivas ouações paraa mudança

Levantamento de ações, programas, legislações ou projetos com efeitos positivosnacomunidade LGTBI dosvários países da região,para impulsionar sua divulgação e réplica noutros âmbitos e realidades.

Publicação do Relatório Executivo de Saúde Lésbica e Bissexual: Construindo novas realidades da ILGALAC.

Sintetiza informação sobre a percepção de ativistas de países da América Latina e do Caribe a respeito das características que a saúde de lésbicas e bissexuais a presentan a região, como a qualidade dos cuidados, a caracterização da discriminação e as doenças que, de modo recorrente, as afetam. Compila igualmente informação de quem é portador do VIH e/oucontraiu uma DST e informação sobre centros de saúde que concedem atenção especializada em toda a região, entre outras ações.

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