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Encontram sem vida a ativista trans Diana Sacayán

O Conselho Regional da ILGALAC, os Secretários Regionais Josefina Valencia e Beto de Jesus e a equipe de trabalho do escritório em Buenos Aires encabeçada por seu Diretor Executivo, Pedro Paradiso Sottile, expressam suas condolências aos familiares, amigxs e a todo movimento LGBTI argentino e mundial pele feminicidio de Diana Sacayán.

Diana Sacayán

Diana Sacayán era atualmente a suplente da Secretaria Mundial Trans da ILGA, dirigente do Movimento Antidiscriminatório de Libertação (MAL) e fazia um extraordinário trabalho de militância na Argentina e no âmbito internacional. Sua ultima grande conquista foi a Lei de Cotas para trabalhadorxs trans, que estabelece que no setor público da província de Buenos Aires se conte com ao menos 1% (um) de pessoas da comunidade trans nas vagas de emprego. Essa lei permitira dar oportunidade de trabalho a milhares de pessoas trans que se encontram em situação de prostituição ou excluídas do mercado de trabalho formal na província de Buenos Aires.

Diana foi encontrada morta em sua casa na cidade de Buenos Aires, Argentina. De acordo com as investigações preliminares, foram encontrados sinais de violência em seu corpo, de modo que as autoridades responsáveis pela investigação consideram sua morte como homicídio. Mariela Labozzetta, chefe da Unidade de Investigações Especiais da Violência contra as Mulheres (UFEM – sigla em espanhol), que faz parte do Gabinete do Procurador-Geral, colocou-se em contato com o promotor encarregado da investigação e se ofereceu para ativar o protocolo femicídios. Neste momento um homem que foi visto no prédio que morava Diana, está sendo procurado pelas autoridades argentinas e é considerado o principal suspeito na morte de Diana.

A ILGALAC solicitou as autoridades judiciais argentinas o pronto esclarecimento da morte de Diana Sacayán e de todas as pessoas LGBTI mortas na Argentina. É imprescindível levar a verdade e a justiça  para os familiares, amigxs e todo o movimento LGBTI argentino e internacional que permanecem em luto por essa perda irreparável.

 

Diana Sacayán – Cristina Fernandez de Kirchner

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